terça-feira, 15 de novembro de 2011

CONSULTA PÚBLICA DO MEC SOBRE A EDUCAÇÃO INFANTIL

 Caras colegas,

Leiam a matéria abaixo. É de importância fundamental para quem está se especializando em Educação Infantil ou atua na área. 

Dá tempo para contribuir com críticas e sugestões.

Programa Currículo em Movimento

Consulta Pública sobre Orientações Curriculares Nacionais da Educação Infantil


Debata com nossos consultores as Orientações Curriculares da Educação Infantil.


As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil, aprovadas em 17 de dezembro de 2009 determinam que cabe ao Ministério da Educação elaborar orientações para a implementação dessas diretrizes.

Visando atender essa determinação, a Secretaria de Educação Básica, por meio da Coordenação Geral de Educação Infantil, está elaborando orientações curriculares num processo de debate democrático e com consultoria técnica especializada sobre diferentes eixos e experiências da educação infantil.

O objetivo principal é contribuir com o trabalho do professor.

No período de 13 de setembro a 15 de novembro você pode enviar suas sugestões, críticas e propostas.

Os documentos preliminares estão à disposição de gestores, conselheiros, técnicos, professores, pesquisadores e da comunidade para consulta e colaboração.

Envie sua mensagem diretamente ao autor e com cópia para consultapublicacoedi@mec.gov.br

Leia abaixo os textos


O currículo na Educação Infantil: o que propõem as novas Diretrizes Nacionais?
Zilma de Moraes Ramos de Oliveira

As especificidades da ação pedagógica com os bebês.
Maria Carmen Silveira Barbosa

Brinquedos e brincadeiras na Educação Infantil
Tizuko Morchida Kishimoto

Relações entre crianças e adultos na Educação Infantil
Iza Rodrigues da Luz

Saúde e bem estar das crianças: uma meta para educadores infantis em parceria com familiares e profissionais de saúde.
Damaris Gomes Maranhão

Múltiplas linguagens de meninos e meninas no cotidiano da Educação Infantil
Márcia Gobbi

A linguagem escrita e o direito à educação na primeira infância
Mônica Correia Baptista

As crianças e o conhecimento matemático: experiências de exploração e ampliação de conceitos e relações matemáticas
Priscila Monteiro

Crianças da natureza
Léa Tiriba

Orientações curriculares para a Educação Infantil no Campo
Ana Paula Soares da Silva

Avaliações e transições na Educação Infantil
Hilda Micarello

Palavras-chave: Consulta Pública, Educação Infantil.

sábado, 12 de novembro de 2011

ORIENTAÇÕES SOBRE TRABALHO ESCRITO

Caras alunas,
Segue, abaixo, o registro das anotações que fiz no quadro sobre como deverá ser o trabalho final da disciplina.
1. Considere a funcionalidade do texto a ser produzido, visto que você poderá utiliza-lo futuramente como parte da problematização e fundamentação de seu projeto de pesquisa.

2. Escolha o tema (Ex: Interações entre crianças na creche municipal, Brincadeiras na  Educação Infantil, Coordenação de trabalhos pedagógicos na  Escola, etc.
3. Realize estudos dentro do tema escolhido.
4. Escreva um texto que registre sua escolha do tema escolhido, com suas motivações: por que escolheu o tema? quais suas motivações? Qual o problema (se conseguir registrar)? 
5. Desenvolva a base teórica e registre as referências utilizadas.
OBS: Considerando os textos da ANPED que temos lido e resumido, o texto que elaborará é a parte introdutória.

PRIVACIDADE E INTERNET

REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA ÉPOCA SOBRE A PRIVACIDADE E A INTERNET.
VALE A PENA LER.
 
AS PESSOAS ABRIRAM MÃO DE SUA PRIVACIDADE

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

TRADUZIR-SE - FERREIRA GULLART


 Caras amigas,

Envio-lhes esta poesia /convite para viver com arte nossa parte poesia, em nosso cotidiano (certeauniano).

Traduzir-se( Ferreira Gullart

Puro deleite!

Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.

Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.

Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.

Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.

Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.

Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.

Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CAIXINHA MÁGICA - Roseana Murray

Fabrico uma caixa mágica
para guardar o que não cabe
em nenhum lugar:
a minha sombra
em dias de muito sol,
o amarelo que sobra
do girassol,
um suspiro de beija-flor,
invisíveis lágrimas de amor.

Fabrico a caixa com vento,
palavras e desequilíbrio,
e para fechá-la
com tudo o que leva dentro,
basta uma gota de tempo.

O que é que você quer
esconder na minha caixa?

Obs: Poema utilizado na festinha de despedida da Professora Nilza Simões
         Um abraço a todas e Paz e Bem!
         Adalmira Pontes(e-mail: adalmirapontes@hotmail.com)

Ponte de Cidadania - acesso à obra

Caríssimas,
Conforme prometemos, estamos enviando o endereço eletrônico  para acessar a obra Ponte de Cidadania: www.upenet.com.br/concluido2007/pref_recife07-professores/livros/miolopdf.pdf, que será utilizada pela Professora Socorro.
Boa leitura e Paz e Bem!
Adalmira Pontes

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

ENDEREÇOS E VÍDEOS PARA O TEMA "ESTUDOS CULTURAIS


Endereços e Videos para Estudos culturais

Vídeo de um minuto sobre industria cultural

Vídeo produzido no curso o Uso Integrado das Tecnologias no contexto Educacional. Mostra a influencia da mídia na construção dos valores.

Maldita beleza

Vídeo estudos culturais com citações de hall

chaplin

propaganda é a alma do negócio ceguinho em Paris

A INVENÇÃO DA INFÂNCIA
PORTACURTA PETROBRÁS

Gênero Documentário - Diretor Liliana Sulzbach - Ano 2000 - Duração 26 min - País Brasil - Local de Produção: RS - Ser criança não significa ter infância. Uma reflexão sobre o que é ser criança no mundo contemporâneo.
O CORPO DE BOLLYWWOD

ESTÓRIAS ASSOMBRADAS

MARÉ CAPOEIRA

O XADREX DAS CORES

Identidade e pós-modernidade - guerra

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

COMENTÁRIO DE ARTIGO CIENTÍFICO

Caríssimas Professora Nilza e Colegas do Curso de Especialização da Católica, segue comentário do artigo científico intitulado: Aspectos Epistemológicos sobre a Infância, Crianças e Educação Infantil nas Obras de Paulo Freire: Alguns Apontamentos, de autoria de PELOSO, Franciele Clara(UEPG) e PAULA, Ercília Maria Angeli Teixeira de(UEPG).
A pesquisa em epígrafe, aborda a Educação da Infância das classes populares à luz do pensamento do educador Paulo Freire. A mesma teve como objetivo pesquisar como a teoria freiriana pode ser re(significada) na perspectiva da Educação para/da Infância.
Partindo da análise de algumas obras de Freire, fica evidente para Peloso e Paula, as aproximações do pensamento desse célebre educador com a Educação da Infância, notadamente no que tange à compreensão das relações dos pressupostos freirianos que sinalizam uma concepção de infância que considera a criança como sujeito(e não objeto).
Corroboramos as pesquisadoras quando afirmam que, embora Freire não tenha dissertado, de modo explícito, essa temática, o fato de seu pensamento ser de cunho político-pedagógico e se apresentar de forma crítica, elucida outro olhar, bem como algumas reflexões desveladoras da Educação da Infância das classes populares pelo viés das infâncias e das crianças, nos seus diversos contextos, em especial, o das classes populares.
Portanto, esse trabalho de pesquisa aponta um caminho de reflexão, cujo foco principal é a infância da criança das classes populares, em consonância com a concepção da infância como "ser" histórico-social que dialoga com o pensamento do educador Paulo Freire, no que concerne a criança, infância e educação infantil das classes populares e os processos reflexivos e humanizantes.
O alusivo artigo refere-se a uma pesquisa qualitativa, de caráter teórico-empírico, cujos procedimentos metodológicos utilizados têm por base a análise das obras de Paulo Freire, publicadas em português, no período de 1991 a 2000.
Adalmira Pontes(e-mail: adalmirapontes@hotmail.com)

Resumo

O modelo de racionalidade ocidental (razão indolente) e os direitos humanos: uma crítica ao conceito hegemônico de cidadania a partir da sociologia das ausências. Boaventura de Sousa Santos


O autor Boaventura de Sousa Santos, um dos mais influentes sociólogo de língua portuguesa da atualidade, nos convida a refletir os fundamentos do conhecimento da sociologia das ausências apontando os direitos humanos na sua forma legal (jurídica) ao modo do sistema capitalista. Em que os direitos humanos está ligado a uma única visão social do mundo – a ocidental. Por isso, há uma lógica que impera tanto o comportamento do todo – o global, como também as pequenas partes. Onde uma completa a outra na imposição democrática e capitalista liberal.

Segundo Boaventura a racionalidade ocidental produziu as ausências necessárias para a implementação do capitalismo provocando a exclusão política e social das minorias. O Estado,e com ele o Direito, aparecem como possuidores de um saber absoluto sobre a sociedade.

A tempestade de paradigmas que Boaventura nos apresenta na sociologia das ausências nos permitem, pensar o projeto educativo emancipatório - o reeventar ou fazer o diferente. Na medida em que desenha caminhos possíveis da luta contra a dominação social e evidencia alguns dos aspectos de uma ação pedagógica desejável com vistas a ampliação da democracia social.

Uma reflexão a respeito dos conteúdos escolares e da própria estrutura da escola, das hierarquias que eles seguem e definem, das exigências de ordem que eles se associam, bem como dos valores absolvidos.

Podendo buscar credibilidade e legitimar praticas educativas contra o modelo de racionalidade ocidental – o saber – o fazer que habita os espaços educativos como potencial contribuição às possibilidades de emancipação social.

O objetivo principal da sociologia das ausências é, justamente transformar objetos impossíveis em objetos possíveis, transformando ausências em presença. É um dos grandes desafios da ação de educar. Em que conhecimento não se transmite, constrói ou reconstrói.




É insustentável a situação de, por exemplo, as ciências sociais continuarem a descrever e interpretar o mundo em função de teorias, de categorias e de metodologias desenvolvidas para lidar com as sociedades modernas do Norte, quando a maioria das sociedades não só apresenta características e dinâmicas históricas diferentes, como tem gerado as suas próprias formas de conhecimento das suas experiências sociais e históricas e produzindo contribuição significativas para as ciências sociais, ainda que remetidas para as margens destas

( Santos ET AL., 2004, p. 21).

Verônica Maria da Silva


Resumo - Edileuza Veloso

Resumo do Texto escolhido - Edileuza Veloso